Prendadas & Empoderadas

Estas quatro mulheres são a nova “cara” do universo manual no Brasil, cada vez mais cool e consciente! Depois de conhecê-las, você nunca mais verá o artesanato do mesmo jeito. Inspire-se!

Por Marcela Rodrigues

Karen tricota e crocheta mensagens nos muros | <i>Crédito: Divulgação
Karen tricota e crocheta mensagens nos muros | Crédito: Divulgação
GABRIELA MAZEPA

A carioca de 34 anos é uma estilista expert em transformar peças com pequenos defeitos em novas coleções de moda a partir do upcycling, um processo criativo que se conecta a movimentos que visam sustentabilidade e valorização artesanal. Com seu projeto Re-Roupa, Gabriela venceu, em 2009, o British Council Fashion Awards.
www.reroupa.com.br

ANNE GALANTE
Desde 2011 a designer une suas duas paixões pelos muros de São Paulo: a arte manual e o grafite. Foram meses desenvolvendo um cimento especial para colar a lã do tricô e do crochê no concreto e dar início ao projeto Nem Todo Splash É Tinta pelo muros da capital paulista. “Conto a velha história do artesanato da vovó em uma narrativa atual ”, diz Anne, 30 anos, sócia da marca Señorita Galante.
www.senoritagalante.com.br


CELINA HISSA

A designer cearense de 33 anos é a mente criativa responsável por tornar a Catarina Mina, marca de bolsas handmade que ela fundou há 12 anos, a primeira a ter custos abertos no Brasil (em seu site, é possível conferir o valor das etapas de cada item!). Mestre em produção artesanal brasileira, Celina tenta estabelecer #umaconversasincera (hashtag oficial de seu projeto!) com as mulheres das comunidades artesanais com as quais
trabalha. www.catarimamina.com.br

KAREN DOLOREZ

A artista visual de Bauru-SP usa o crochê e o tricô para expressar mensagens de empoderamento feminino em
espaços públicos – ela já passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Recife... “O meu trabalho está sempre, direta ou
indiretamente, lutando pelos direitos da mulher”, diz Karen, 30 anos, que mantém um ateliê, o Dolorez
Crochez. Ventre Livre é o nome do projeto da foto acima. O muro em questão está na Casa Jaya, um projeto multicultural na zona oeste da capital paulista. www.dolorez.com.br

07/03/2017 - 15:30

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