7 dicas para comprar em brechó e praticar a sustentabilidade

Especialistas dão ótimas dicas para quem quer economizar sem deixar de ter estilo e qualidade

Redação Manequim

Prove as peças. Nunca sabemos se realmente cai bem. A grande maioria dos brechós não troca! os produtos | <i>Crédito: Shutterstock
Prove as peças. Nunca sabemos se realmente cai bem. A grande maioria dos brechós não troca! os produtos | Crédito: Shutterstock

Não são apenas cidades no exterior que proporcionam a chance de comprar peças lindas por um preço mais em conta. Brechós em São Paulo permitem montar looks exclusivos, sejam vintage ou atuais, enquanto se economiza. Tudo com produtos de ótima qualidade. Melhor ainda, eles dão a possibilidade de encontrar produtos únicos, com mais conteúdo que somente o visual e com uma pegada mais sustentável.  As já bem conhecidas lojas de produtos que já tiveram um dono anterior são uma opção em alta na cidade. Mais do que oferecer produtos baratos, elas hoje permitem encontrar produtos de alta qualidade, com peças de grife muitas vezes em estado perfeito. É fácil achar um brechó super legal perto de casa e mesmo as mais nobres e conhecidas regiões de compras da cidade possuem ótimas lojas desse tipo.

Confira algumas dicas para quem busca desenvolver um estilo próprio sem gastar muito:

1) Em primeiríssimo lugar, a dica mais importante é: perca o preconceito. Brechós não são, necessariamente lugares bagunçados, empoeirados e com peças “velhas”. “Hoje existem brechós super bem arrumados, que oferecem roupas vintage e também roupas contemporâneas em espaços limpos e bem organizados” diz Daniela Ricci, sócia do brechó Pagu 2nd Hand Shop, localizado na Rua Oscar Freire em São Paulo.

2) Esqueça o preconceito quanto à “energia” das roupas. Hoje em dia não há mais por que se preocupar por elas usadas. Sobre isso, Claudia Durante tem uma analogia perfeita: você não leva seus lençóis quando vai viajar, não é mesmo? “As roupas dos brechós ou second hand shops de hoje vêm também de pessoas da alta sociedade ou do meio artístico, por exemplo, que trocam com frequência seus guarda-roupas em viagens internacionais”, ela conta.

3) Existem atualmente três tipos de brechós: os que vendem peças vintage, os que vendem peças atuais de marcas menos conceituadas e os que vendem peças de segunda mão, atuais, de grifes conceituadas: são os brechós label.

4) Brechós são ótimos para três coisas, especialmente: 1) Comprar roupas da moda, que serão usadas por um curto período, pagando menos do que nas lojas comuns. 2) Encontrar peças clássicas, de marcas consagradas e alta qualidade, que você poderá usar por muito tempo, pagando até um quinto do preço das lojas de origem. 3) Adquirir peças vintage, super especiais e autênticas, para coordenar com peças atuais. “São peças de outras épocas com muito estilo. E o mais bacana: por serem peças únicas, vão conferir a quem usá-las um estilo único também”, diz Daniela.

5) A moda vai e volta. Uma tendência que voltou com tudo são os ternos com calça de cintura alta, usados com acessórios e outras peças coordenadas que vão dar a eles um frescor e uma cara nova. Um terno Giorgio Armani da década passada, por exemplo, tornou-se super atual.

6) Prove as peças escolhidas com calma. A maioria dos brechós não efetua trocas.

7) Pesquise o preço da peça que você deseja. “O conceito de brechó é, justamente, ter preços muito abaixo das lojas de origem, por que vende peças usadas”, diz Daniela.

Se após todas essas dicas você ainda tiver alguma resistência em comprar em brechós, procure alguns pessoalmente. Você vai descobrir o prazer de encontrar verdadeiros tesouros da moda. “Lojas físicas proporcionam essa experiência de uma verdadeira caça ao tesouro”, conclui Daniela.

 

17/05/2017 - 17:04

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